Revista Maisvalia
lombada quadrada
112 páginas
21x29,7cm
ISSN 1982676-1
publicação: agosto de 2009
R$ 10,00
MAISVALIA 6
agosto de 2009 — novembro de 2009
Já nas bancas e livrarias de todo o país é possível encontrar o novo número da revista marxista mais lida no Brasil, a MAISVALIA Nº6. Diferente das outras revistas de esquerda, a MAISVALIA se consolida cada vez mais como uma revista ao mesmo tempo de teoria e intervenção.
Nesse sentido, já aponta o editorial Lama em Brasília: “A crise da dominação burguesa se aprofunda no Brasil, sobretudo nos últimos quatro anos”.
Dando continuidade à sua linha editorial já reconhecida pela originalidade, a MAISVALIA6 dá voz aos verdadeiros protagonistas da produção social. Nesta edição, operários relatam a dura luta contra a crise econômica; um professor e dois estudantes secundaristas protestam contra o avanço da repressão nas escolas, a castração pelo governo e a consolidação da “escola=prisão”.
Além desses, destacam-se os artigos Marx diante a Ditadura Bonapartista, do Prof. Dr. Jadir Antunes, a respeito da análise de Marx sobre os governos bonapartistas; Odisséia e Expressão Literária em O capital de Marx, do pós-graduando na Unicamp André Cressoni, que procura mostrar O capitalde Marx como a grande epopéia da era moderna; A Tragédia da Revolução Chinesa de 1925-1927, do intelectual chinês John Chan, texto fundamental para compreender a gênese do chamado maoismo.
Por fim, centrais na revista são os textos Novo Maio na USP, de Júlio Maia, e Boal: do Arena para o Mundo, de Alexandre Benoit. O primeiro, a partir de acompanhamento direto do último levante ocorrido na principal universidade do país, relata a truculenta resposta policial e evidencia os reais interesses da burocracia universitária e política em todo o processo. Já o texto de Alexandre Benoit resgata o diretor de teatro Augusto Boal, figura fundamental para a revolução cultural da déc. de 60 no Brasil, cujas concepções se espalharam pelo mundo, influenciando diversos setores de vanguarda.